O PAM (Pluggable Authentication Modules) é uma boa forma de controlar a autenticação para os diversos programas na plataforma Linux. Este artigo apresenta algumas formas básicas para se limitar as ações dos usuários em um sistema Linux com algumas das configurações disponíveis do PAM. Isto inclui: limitar por quantidade de logins, por horários, limitar se o usuário pode gastar muita memória ou não, entre outros.
1. Por que PAM?
Há muito tempo atrás, coisa de décadas, toda aplicação de um sistema Linux utilizava seus próprios mecanismos de configuração/autenticação. Então cada programa tinha dentro do seu código o mecanismo para, por exemplo, autenticar o usuário olhando no arquivo /etc/passwd. Agora imagine no caso da base de usuários mudar para outro lugar que não seja o /etc/passwd, algo como um servidor de banco de dados ou um LDAP? Ou um NIS? Primeiro: teria-se que descobrir se todas as aplicações suportavam o tipo de armazenamento de contas, segundo: teria que configurar todas as aplicações.
O PAM surgiu como um intermediador entre as aplicações e o mecanismo de autenticação. Todas as aplicações agora têm suporte ao PAM, que tem uma interface de comunicação única. Então quando quisermos fazer qualquer modificação de onde autenticar, basta apenas modificar a configuração do PAM e todo o resto das aplicações já estará configurada automaticamente. Muito mais prático.
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Postado por jpbotelho |
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Saber o que está sendo executado na máquina é essencial para entender o funcionamento. Este tutorial traz uma introdução sobre os processos e threads no Linux: como listá-los, finalizá-los, interpretá-los.
Cada programa executado, desde a inicialização do sistema, é definido com o que chamamos de processo. Cada um desses processos recebe um número de identificação próprio, chamado PID (Process ID). Além do PID, cada processo tem um conjunto de informações como: nome do comando, uso da memória, usuário e grupo que o executou, entre outros.
As informações de todos os processos do sistema ficam armazenadas no pseudo-diretório /proc. Dentro deste diretório, cada sub-diretório numérico contém as informações do processo com o número PID correspondente. É deste lugar que os comandos relacionados aos processos retiram suas informações.
ps – Listar processos
Sintaxe: $ ps [opções]
Lista os processos em execução, apresentando o PID e outras informações sobre o processo, como o comando executado (CMD) e estado atual do processo (STAT).
Exemplo:
$ ps aux
USER PID %CPU %MEM VSZ RSS TTY STAT START TIME COMMAND
root 1 0.0 0.0 1932 704 ? Ss Aug29 0:02 init [2]
root 2 0.0 0.0 0 0 ? S< Aug29 0:00 [kthreadd]
root 3 0.0 0.0 0 0 ? S< Aug29 0:00 [migration/0]
root 4 0.0 0.0 0 0 ? S< Aug29 0:06 [ksoftirqd/0]
...corte...
daemon 2998 0.0 0.0 1868 432 ? Ss Aug29 0:00 /usr/sbin/atd
root 3017 0.0 0.0 3272 928 ? Ss Aug29 0:00 /usr/sbin/cron
root 3074 0.0 0.0 2972 644 ? Ss Aug29 0:00 /usr/bin/kdm
root 3077 1.7 18.5 390652 384220 tty7 SLs+ Aug29 39:30 /usr/bin/X -br
...corte...
root 3092 0.0 0.0 1608 508 tty1 Ss+ Aug29 0:00 /sbin/getty
root 3093 0.0 0.0 1608 508 tty2 Ss+ Aug29 0:00 /sbin/getty
root 3094 0.0 0.0 1608 504 tty3 Ss+ Aug29 0:00 /sbin/getty
root 3095 0.0 0.0 1608 504 tty4 Ss+ Aug29 0:00 /sbin/getty
root 3096 0.0 0.0 1608 504 tty5 Ss+ Aug29 0:00 /sbin/getty
root 3097 0.0 0.0 1608 508 tty6 Ss+ Aug29 0:00 /sbin/getty
eitch 9403 4.5 0.1 5900 3364 tty1 S 23:50 0:00 -bash
eitch 9416 2.0 0.1 5304 2388 tty1 S+ 23:50 0:00 vi testando
O parâmetro aux faz com que o comando ps mostre todos os processos do sistema, associado aos seus respectivos usuários e de forma detalhada. Nesta forma detalhada, podemos ver vários “campos” especificados na primeira linha. Eles são: (mais…)
Postado por jpbotelho |
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Para a visualização do componente será necessário a configuração do controle ActiveX.
Para configurar o AtiveX, proceda da seguinte maneira:
1.Abra seu Internet Explorer;
2.No menu Ferramentas do Internet Explorer, clique em Opções de Internet;

3.Clique na aba Segurança, e depois clique no botão Nível Personalizado; (mais…)
Postado por jpbotelho |
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